Arturas Zuokas, prefeito de Vilna, capital da Lituânia, entrou em um veículo militar blindado e passou sem piedade por cima de uma Mercedes-Benz S-Class, esta que ficou completamente destruída. Tudo isto para levar ao extremo sua campanha contra os motoristas que estacionam ilegalmente na faixa dos ciclistas.
Ele chegou a cumprimentar o dono do veículo com um aperto de mão e até ajudou a varrer os cacos de vidro da Mercedes que se espalharam pela via.
O vídeo foi feito por um programa de TV sueco "99 coisas que você deve fazer antes de morrer", e também foi publicado na página da Prefeitura de Vilna.
As imagens mostram ainda outras cenas de carros de luxo que desobedecem o sinal de proibido estacionar e encerra andando de bicicleta.
"Eu cansei destes motoristas que estacionam seus carros de luxo em faixas de ciclistas e de pedestres. Este tanque é uma boa ferramenta para resolver o problema de estacionamento em local proibido", diz o prefeito.
Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Serra volta a fazer críticas ao Trem Bala. Projeto não deve ficar pronto antes das olimpiadas
O ex-governador José Serra voltou a tecer criticas contra o trem bala, projeto do governo federal. Serra afirma que o projeto custaria 65 bilhões de reais (o dobro do que o governo anunciou), não há demanda que o justifique, e, principalmente, existem muitíssimas outras prioridades, na região e no Brasil. Por exemplo, na área dos transportes urbanos sobre trilhos, nas grandes cidades, ou dos transportes ferroviários de carga, por todo o país.
Serra lembra que o projeto foi apresentado como sem custo para os contribuintes, pois o setor privado bancaria tudo. Isso é falso. Mas, mesmo se dispondo a por recursos próprios e dar pesados subsídios aos empresários, o governo não tem conseguido fazer o projeto andar, diante da falta de interessados. Depois do fracasso do último leião, o Planalto mudou, então, sua estratégia, dividindo o projeto em três etapas e anunciando licitações para cada uma delas.
É mencionado no texto também que, depois de três anos do anúncio do trem-bala, o governo acaba de dizer que irá elaborar o projeto executivo da obra. Como afirmou um funcionário da Agência Nacional de Transportes Terrestres, decidiu-se não exigir que os consórcios privados interessados (sic) entregassem, “logo de cara”, um projeto executivo da obra. Pondera o funcionário ao jornal Valor Econômico: “Quem iria injetar mais R$ 500 milhões em um estudo detalhado como esse sem saber se vai ganhar o leilão? Não tem jeito, o governo tem que assumir esse custo.”
O governo ia promover um leilão sem ter uma ideia mais concreta sobre como seria o trem-bala, pois não dispunha de um projeto executivo. Aprendeu agora, depois de anos, que precisa ele próprio fazer o projeto, antes da licitação. Quem assume a responsabilidade por esse erro primário?
Diga-se que o custo do projeto executivo é altíssimo: são 540 milhões de reais, a serem pagos pelos contribuintes. Aliás, para variar, esse custo está sendo subestimado em pelos menos 20%. Só resta, de fato, um pequeno consolo, mínimo, mas real: a elaboração do projeto executivo demorará um ano, segundo o governo, ou seja, pelo padrão de funcionamento do poder federal, não menos de uns 18 meses, se tudo andar depressa. Quem sabe até lá ocorra um acesso de sensatez em Brasília, e, mesmo lamentando os gastos inúteis já feitos, fiquemos livres dessa alucinação ferroviária? - Completa o ex governador.
TAV não vai ficar pronto antes das olimpíadas
Com a nova modelagem da concessão do Trem de Alta Velocidade (TAV), que engloba agora duas licitações – uma para a compra dos trens, e outra para a infraestrutura do projeto –, a data de entrega da linha que ligará o Rio de Janeiro a São Paulo parece cada vez mais distante de ser definida. Apesar da expectativa de que pelo menos uma parte estivesse em operação a tempo de atender a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o cronograma do projeto, que prevê início das obras em 2013, não deverá contemplar esses eventos.
Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.
Serra lembra que o projeto foi apresentado como sem custo para os contribuintes, pois o setor privado bancaria tudo. Isso é falso. Mas, mesmo se dispondo a por recursos próprios e dar pesados subsídios aos empresários, o governo não tem conseguido fazer o projeto andar, diante da falta de interessados. Depois do fracasso do último leião, o Planalto mudou, então, sua estratégia, dividindo o projeto em três etapas e anunciando licitações para cada uma delas.
É mencionado no texto também que, depois de três anos do anúncio do trem-bala, o governo acaba de dizer que irá elaborar o projeto executivo da obra. Como afirmou um funcionário da Agência Nacional de Transportes Terrestres, decidiu-se não exigir que os consórcios privados interessados (sic) entregassem, “logo de cara”, um projeto executivo da obra. Pondera o funcionário ao jornal Valor Econômico: “Quem iria injetar mais R$ 500 milhões em um estudo detalhado como esse sem saber se vai ganhar o leilão? Não tem jeito, o governo tem que assumir esse custo.”
O governo ia promover um leilão sem ter uma ideia mais concreta sobre como seria o trem-bala, pois não dispunha de um projeto executivo. Aprendeu agora, depois de anos, que precisa ele próprio fazer o projeto, antes da licitação. Quem assume a responsabilidade por esse erro primário?
Diga-se que o custo do projeto executivo é altíssimo: são 540 milhões de reais, a serem pagos pelos contribuintes. Aliás, para variar, esse custo está sendo subestimado em pelos menos 20%. Só resta, de fato, um pequeno consolo, mínimo, mas real: a elaboração do projeto executivo demorará um ano, segundo o governo, ou seja, pelo padrão de funcionamento do poder federal, não menos de uns 18 meses, se tudo andar depressa. Quem sabe até lá ocorra um acesso de sensatez em Brasília, e, mesmo lamentando os gastos inúteis já feitos, fiquemos livres dessa alucinação ferroviária? - Completa o ex governador.
TAV não vai ficar pronto antes das olimpíadas
Com a nova modelagem da concessão do Trem de Alta Velocidade (TAV), que engloba agora duas licitações – uma para a compra dos trens, e outra para a infraestrutura do projeto –, a data de entrega da linha que ligará o Rio de Janeiro a São Paulo parece cada vez mais distante de ser definida. Apesar da expectativa de que pelo menos uma parte estivesse em operação a tempo de atender a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o cronograma do projeto, que prevê início das obras em 2013, não deverá contemplar esses eventos.
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CPTM deve adquirir mais 85 trens. Empresa quer reduzir intervalo para 3 minutos
Segundo publicação da Revista Ferroviária, a CPTM irá comprar novos veículos. Além dos 105 já adquiridos e que começaram a ser entregues no ano passado, a empresa prevê a compra de mais 85 trens para renovação da frota, que ainda possui modelos com mais de 35 anos de uso.
De acordo com o presidente da empresa, Mário Manuel Bandeira, a companhia irá avaliar a possibilidade de um aditivo com as empresas já contratadas, no caso Alstom e CAF, para depois abrir uma licitação. “Esses contratos que estão em curso permitem um aditivo de 25%. Vamos analisar e ver se é mais vantajoso fazer o aditivo ou a licitação”, afirmou Bandeira.
Bandeira afirmou também que o reforço na frota ajudará a CPTM a atingir a meta de redução do tempo de espera dos trens na estação, que hoje é em média de cinco a seis minutos, dependendo da linha. A projeção é de que, em 2014, esse tempo seja reduzido para três minutos.
Dos trens já adquiridos, 52 foram entregues. Os outros 53 devem entrar em operação até novembro do próximo ano. O investimento faz parte do montante de R$ 19,6 bilhões que o Governo do Estado prevê injetar na CPTM até 2014.
Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.
De acordo com o presidente da empresa, Mário Manuel Bandeira, a companhia irá avaliar a possibilidade de um aditivo com as empresas já contratadas, no caso Alstom e CAF, para depois abrir uma licitação. “Esses contratos que estão em curso permitem um aditivo de 25%. Vamos analisar e ver se é mais vantajoso fazer o aditivo ou a licitação”, afirmou Bandeira.
Bandeira afirmou também que o reforço na frota ajudará a CPTM a atingir a meta de redução do tempo de espera dos trens na estação, que hoje é em média de cinco a seis minutos, dependendo da linha. A projeção é de que, em 2014, esse tempo seja reduzido para três minutos.
Dos trens já adquiridos, 52 foram entregues. Os outros 53 devem entrar em operação até novembro do próximo ano. O investimento faz parte do montante de R$ 19,6 bilhões que o Governo do Estado prevê injetar na CPTM até 2014.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Linha 13 - Jade da CPTM deve ficar pronta em 2014, mas depois da copa
Após muitas promessas sobre o expresso aeroporto, o governo paulista optou por uma ligação comum, e juntou a duas linhas, em uma só. A estimativa da CPTM é que o trajeto da região central da cidade até o terminal de Guarulhos seja feita em aproximadamente 25 minutos
A linha correrá paralela a 12 - Safira e deve ficar pronta apenas no segundo semestre de 2014, após a Copa do Mundo. Após a estação Engenheiro Goulart, serão mais 11 Km até o aeroporto.
O presidente da ANTP, Aílton Brasiliense, em entrevista a Joven Pam, admite que a nova opção de transporte será utilizada principalmente por profissionais e passageiros com poucas bagagens. Ele afirma que a alternativa de um trem comum até o aeroporto é a mais utilizada em todo o mundo.
Hoje, quem trabalha no aeroporto e mora em São Paulo tem como escolha apenas um ônibus intermunicipal, que sai da Estação Tatuapé do Metrô. Para o diretor do Sindicato dos Aeroviários, Rodrigo Maciel, a implantação do trem será importante para os 26 mil trabalhadores de Cumbica.
A publicação do edital da CPTM para contratação dos projetos básico e executivo será feita até o fim do ano e as obras devem começar em 2013. A construção da Linha-13 Jade pode custar aproximadamente R$ 1,2 bilhão.
Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.
A linha correrá paralela a 12 - Safira e deve ficar pronta apenas no segundo semestre de 2014, após a Copa do Mundo. Após a estação Engenheiro Goulart, serão mais 11 Km até o aeroporto.
O presidente da ANTP, Aílton Brasiliense, em entrevista a Joven Pam, admite que a nova opção de transporte será utilizada principalmente por profissionais e passageiros com poucas bagagens. Ele afirma que a alternativa de um trem comum até o aeroporto é a mais utilizada em todo o mundo.
Hoje, quem trabalha no aeroporto e mora em São Paulo tem como escolha apenas um ônibus intermunicipal, que sai da Estação Tatuapé do Metrô. Para o diretor do Sindicato dos Aeroviários, Rodrigo Maciel, a implantação do trem será importante para os 26 mil trabalhadores de Cumbica.
A publicação do edital da CPTM para contratação dos projetos básico e executivo será feita até o fim do ano e as obras devem começar em 2013. A construção da Linha-13 Jade pode custar aproximadamente R$ 1,2 bilhão.
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Metrô planeja linha entre Lapa e Moema, e ligação metroviária da capital ao centro de Guarulhos
Projetar duas linhas inéditas de metrô,e completar o anel ferroviário em volta da capital, dentre outras coisas, são algumas das principais metas do governo do Estado de São Paulo para os próximos quatro anos. Para concretizá-las, estima-se um gasto de quase R$ 1 trilhão - que ainda pode ser revisto - até 2015.
Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", o Plano Plurianual (PPA) do período 2012-2015, previsto para ter sido finalizado na última sexta-feira, segundo o cronograma oficial. Grandes obras estão planejadas em várias áreas, ainda que muitas que haviam sido previstas no PPA de 2008-2011 não tenham sido concluídas.
O plano é uma obrigação constitucional e deve ser apresentado até o mês de agosto do primeiro ano de todos os mandatos executivos. Sua função é detalhar as metas e os investimentos que cada secretaria deve executar até o próximo governo. O projeto será enviado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Assembleia Legislativa em agosto. O governo afirmou que o plano ainda está em fase de elaboração e podem ocorrer mudanças.
O documento prevê uma linha de metrô ligando a Lapa (zona oeste) à região da Avenida Faria Lima e de Moema (zona sul). Segundo informações de foruns, seria a linha 20 - Rosa. A estimativa é que o projeto comece a ser trabalhado em 2013, mas as obras não devem começar neste período. Outra linha citada é uma de longa extensão: a Água Espraiada-Guarulhos deve ligar a Avenida Jornalista Roberto Marinho ao município da Grande São Paulo, conhecida por linha 19 - Celeste.
Outras duas linhas de metrô, cujos projetos já haviam sido anunciados, devem entrar na fase de obras, assim como os prolongamentos de ramais como o 2-Verde (até Cidade Tiradentes), o 4-Amarela (até Taboão) e o 5-Lilás (até a Chácara Klabin).
Em grande parte, os investimentos em transporte público são feitos para atender a demanda constatada nas pesquisas de Origem e Destino, realizadas a cada dez anos. Mas especialistas alertam que outros fatores devem ser analisados, porque o plano pode ajudar a desenvolver regiões. "Não se pode ver o transporte isoladamente. Deve haver reorganização do espaço urbano para estimular atividades e emprego", disse o professor Ronaldo Balassiano, da COPPE-UFRJ, um dos principais centros de estudos de transporte do País.
Com as informações de Agência Estado
Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", o Plano Plurianual (PPA) do período 2012-2015, previsto para ter sido finalizado na última sexta-feira, segundo o cronograma oficial. Grandes obras estão planejadas em várias áreas, ainda que muitas que haviam sido previstas no PPA de 2008-2011 não tenham sido concluídas.
O plano é uma obrigação constitucional e deve ser apresentado até o mês de agosto do primeiro ano de todos os mandatos executivos. Sua função é detalhar as metas e os investimentos que cada secretaria deve executar até o próximo governo. O projeto será enviado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Assembleia Legislativa em agosto. O governo afirmou que o plano ainda está em fase de elaboração e podem ocorrer mudanças.
O documento prevê uma linha de metrô ligando a Lapa (zona oeste) à região da Avenida Faria Lima e de Moema (zona sul). Segundo informações de foruns, seria a linha 20 - Rosa. A estimativa é que o projeto comece a ser trabalhado em 2013, mas as obras não devem começar neste período. Outra linha citada é uma de longa extensão: a Água Espraiada-Guarulhos deve ligar a Avenida Jornalista Roberto Marinho ao município da Grande São Paulo, conhecida por linha 19 - Celeste.
Outras duas linhas de metrô, cujos projetos já haviam sido anunciados, devem entrar na fase de obras, assim como os prolongamentos de ramais como o 2-Verde (até Cidade Tiradentes), o 4-Amarela (até Taboão) e o 5-Lilás (até a Chácara Klabin).
Em grande parte, os investimentos em transporte público são feitos para atender a demanda constatada nas pesquisas de Origem e Destino, realizadas a cada dez anos. Mas especialistas alertam que outros fatores devem ser analisados, porque o plano pode ajudar a desenvolver regiões. "Não se pode ver o transporte isoladamente. Deve haver reorganização do espaço urbano para estimular atividades e emprego", disse o professor Ronaldo Balassiano, da COPPE-UFRJ, um dos principais centros de estudos de transporte do País.
Com as informações de Agência Estado
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