terça-feira, 19 de julho de 2011

Linha 9 - Esmeralda da CPTM circula normalmente

Segundo a CPTM, a circulação de trens foi normalizada no trecho entre as estações Osasco e Presidente Altino, em Osasco, na região Metropolitana de São Paulo, por volta das 10h desta terça-feira (19), Um trem de carga da América Latina Logística (ALL) descarrilou por volta das 2h30 no trecho. A composição foi retirada dos trilhos às 6h30, segundo a Companhia.


Devido ao acidente, que não deixou feridos, os trens da CPTM ficaram sem circular pela Linha 9-Esmeralda entre as estações Presidente Altino e Grajaú. Com isso, os passageiros que estavam na Estação Osasco só puderam utilizar a Linha 8-Diamante. Além disso, a transferência entre as duas linhas só pôde ser feita na Estação Presidente Altino. O descarrilamento, no entanto, não afetou o intervalo dos trens, segundo a CPTM.



Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.

Descarrilamento de trem restringe circulação na linha 9 da CPTM

O descarrilamento de um trem de carga América Latina Logística (ALL) prejudica o total funcionamento da Linha 9 - Esmeralda (Osasco - Grajaú), da CPTM, na manhã desta terça-feira, 19.


O acidente aconteceu por volta das 2h30, e, às 7h30, a circulação estava interrompida entre as estações Presidente Altino e Osasco. Segundo ainda a CPTM, o intervalo de tempo entre os trens não foi alterado. Os passageiros tem como única opção para a transferência entre a linha 9 e a Linha 8 - Diamante (Júlio Prestes - Itapevi) a estação Presidente Altino.


Técnicos da manutenção da ALL e da CPTM trabalham para remover o trem de carga e assim liberar o trecho entre as estações Osasco - Presidente Altino. Os usuários estão sendo informados e orientados pelo sistema de som das estações e trens. A previsão é de normalizar a operação era as 9 horas.


Com as informações de Agência Estado





segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ministérios dos Transportes não gastou toda verba do orçamento previsto

Para todos os usuários do transporte público, principalmente aos que utilizam no horário de pico, o que significa em trens lotados e enormes filas de ônibus, é consenso que precisa-se investir mais na mobilidade urbana. Os próprios políticos sabedores disto, configuram sua gestão somado a campanha política na expansão do Metrô, por exemplo. Mas a resposta quase que imediata é a falta de recursos, já que não é barato construir uma linha de Metrô. Só existem recursos:


Recentemente uma uma análise do orçamento dos Ministérios dos Transportes revelou a incapacidade na gestão dos recursos destinados a investimentos. Levantamento da ONG Contas Abertas no Orçamento da União, que foram publicados pelo jornal "O Estado de S. Paulo", mostra que a pasta deixou de usar, desde 2002, cerca de R$ 63 bilhões destinados a investimentos no setor.


O cálculo, que foi ajustado pela inflação e exclui os gastos de custeio, revela que o ministério conseguiu gastar só 57% do valor previsto. Na primeira metade deste ano, por exemplo, o ministério investiu pouco mais de um terço (35%) do orçamento. Foram destinados a investimentos em transportes em 2011 R$ 17,1 bilhões. Só R$ 6,1 bilhões haviam sido pagos até o início do mês.


O ano de eleição da presidente Dilma Rousseff, 2010 foi o período em que os transportes mais receberam recursos - 78% (ou R$ 13,7 bilhões) dos recursos previstos foram de fato investidos.


Os principais argumentos dados pelo governo para justificar os atrasos nas obras são a fiscalização dos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União, e o suposto rigor da legislação ambiental.


Se o Ministério dos Transportes não consegue gastar todo o valor reservado para investimentos, não é por falta de obras pendentes. Os R$ 63 bilhões excedentes nos últimos anos são seis vezes o valor estimado pela CNT para resolver os problemas nos aeroportos do País (R$ 9,7 bilhões) - apontados como principal gargalo para a Copa de 2014.


O dinheiro economizado pela pasta equivale, ainda, a um terço dos investimentos necessários nas estradas (estimado pela CNT em R$ 190,1 bilhões).



Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.

Já pensou em poder recarregar a bateria do seu celular no ponto de ônibus?

A tecnologia vem para somar, e para facilitar a vida. Como vivemos numa era em que podemos ter acesso a internet na palma da mão em qualquer lugar, podemos usar smartphones em redes sociais que auxiliam na mobilidade urbana, como nosso twitter. Mas nem sempre a bateria dos aparelhos acompanham a tecnologia que nele contêm.


Pensando nisso, uma empresa de tônicos e energéticos encontrou um jeito bem peculiar e sobretudo útil de promover seu mais novo produto. Em vários pontos de ônibus das cidades de Chicago, Los Angeles e Nova York, nos Estados Unidos, a fabricante instalou portas USB de 5 volts e as deixou à disposição de qualquer pessoa. Ou seja, qualquer cidadão pode recarregar a seus smartphones.


A ideia foi desenvolvida pela agência  Crispin Porter + Bogusky, no entanto outras empresas já criaram conceitos parecidos, e muitos lugares oferecem tomadas para carregar eletrônicos, mas esse é o primeiro registro de energia gratuita e no meio da rua, para ser usada como bem entenderem os passageiros de ônibus.


Não seria uma má ideia para São Paulo, já que enfrentamos constantes panes no transporte público.



Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.

Novo modelo de licitação do TAV: Se trem bala não der lucro, governo banca empresas privadas

O governo federal decidiu adotar um novo modelo de licitação do TAV, divida agora em três fases, visando acirrar a competição das empreiteiras, estas que boicotarem o leilão do trem-bala, no entanto o governo vai assumir o risco pela demanda do serviço, ou seja, se as empresas não tiverem lucro, o governo banca.


De acordo com reportagem da Folha, pelas novas regras, o governo vai proibir que um grupo participe de mais de uma das três etapas do leilão, forçando maior concorrência.


Mas, a União vai funcionar como "amortecedor" do sistema. Se o trem-bala der prejuízo, banca a conta. Se ele for superavitário, fica com o lucro.


O novo modelo terá duas concessões: uma de operação do serviço de passageiros e outra de construção e manutenção da linha e das estações. Depois, o concessionário da linha e das estações é quem vai contratar a obra.


O operador do serviço lucra com a cobrança das passagens e paga à União pelo arrendamento da linha e das estações do trem-bala.



Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.