Andar de ônibus em São Paulo as vezes não é tão seguro. A cidade registra uma média de quatro acidentes envolvendo coletivos a cada dia. A SPtrans visando reduzir este número, começou a instalar indicadores de velocidade, para que os próprios passageiros possam "controlar" a quantos quilômetros por hora está o ônibus, denunciando excessos dos motoristas. Mas e os que andam devagar? Até o final de 2012 todos os veículos devem ter o equipamento, segundo portaria publicada em janeiro pela Secretaria Municipal dos Transportes. As viações que desobedecerem a determinação estarão sujeitas a multa de R$ 180 por veículo.
Segundo reportagem do Estadão, só nesta semana, ao menos 11 pessoas se machucaram em dois acidentes envolvendo coletivos municipais. Na segunda-feira, um ônibus descontrolado invadiu a calçada e bateu em duas lojas no Pari, região central, deixando nove feridos. Ontem, a roda de outro ônibus se soltou, atingindo duas pessoas no Tatuapé, na zona leste.
Segundo dados da CET, no ano passado 20,5% dos veículos que causaram a morte de pedestres na capital eram ônibus. Segundo Rogério Belda, diretor da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) em entrevista ao jornal, ônibus devem circular a no máximo 40 km/h. "Essa já é uma velocidade média alta, pois os ônibus têm de parar muito para pegar passageiros."
No entanto, a SPtrans precisa melhorar o sistema de atendimento da central 156. É comum a demora no atendimento. É inexistente uma amostragem de como foi a atuação por parte do poder público nas empresas que operam o sistema. A desculpa é sempre a mesma: A empresa foi multada...
Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
SPTrans corta horário de linha de trólebus
| Imagem: Via Mep |
No entanto, em uma cidade como São Paulo, onde cada vez mais são deficientes as alternativas para viagens, seja pelo trânsito caótico, seja pela lotação no transporte público, fica difícil entender tais explicações por parte da SPTrans.
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Ciclovia Rio Pinheiros vai chegar até o Parque Villa Lobos
A Ciclovia Rio Pinheiros, que atualmente conta com 14 km de extensão entre a av. Miguel Yunes, próxima a estação Jurubatuba e a estação Vila Olímpia da linha 9 - Esmeralda da CPTM, ganhará mais 6,4 km até a estação Villa Lobos-Jaguaré, e três novos acessos: um pela ponte Cidade Universitária, outro na estação Morumbi e o terceiro pela estação Santo Amaro. O projeto também investe em soluções sustentáveis, incluindo um sistema de iluminação a partir da energia limpa e renovável.
Novos acessos: previstos para serem implantados até o final deste ano, dois acessos são resultados de readequações do mezanino à passarela interna das estações Morumbi e Santo Amaro, que terão rampas para facilitar o deslocamento entre a ciclovia e as estações. No caso do terceiro acesso, a CPTM construirá uma passarela ligando a ciclovia à ponte Cidade Universitária, nas proximidades da estação homônima.
Para o primeiro semestre do ano que vem está prevista a conclusão de outras duas passarelas de uso exclusivo para os ciclistas: uma ligará a ciclovia ao Parque Villa-Lobos e a outra ao Parque do Povo, próximo à ponte Cidade Jardim.
Pontos de apoio
Devem ser ampliados os pontos de apoio, até o final do ano. Atualmente há dois fixos, um no acesso pela Av. Miguel Yunes e o outro no acesso pela Vila Olímpia. Nos "pontos" há banheiros, bebedouros e espaço para troca de pneus e manutenção das bikes, além de local para descanso. Um terceiro espaço, provisório, perto da estação Santo Amaro será transformado em posto permanente, ganhando banheiro e cobertura, a exemplo dos novos pontos que serão implantados na altura das estações Cidade Jardim, Cidade Universitária e Jaguaré-Villa Lobos. No total, serão seis unidades com infraestrutura adequada para atender aos ciclistas.
Inaugurada em fevereiro de 2010, a Ciclovia Rio Pinheiros está inserida no cenário urbano como alternativa segura de lazer e deslocamento para os moradores da capital. O espaço possibilita a integração do ciclista com a natureza e estimula o uso da bicicleta como meio de transporte não poluente e saudável. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a CPTM e a Emae, que autorizou sua implantação na estrada de serviço que fica paralela à Linha 9-Esmeralda, que liga a cidade de Osasco ao bairro do Grajaú, às margens do Rio Pinheiros.
Renato Lobo é Técnico em Transporte Sobre Pneus e Transito Urbano.
Novos acessos: previstos para serem implantados até o final deste ano, dois acessos são resultados de readequações do mezanino à passarela interna das estações Morumbi e Santo Amaro, que terão rampas para facilitar o deslocamento entre a ciclovia e as estações. No caso do terceiro acesso, a CPTM construirá uma passarela ligando a ciclovia à ponte Cidade Universitária, nas proximidades da estação homônima.
Para o primeiro semestre do ano que vem está prevista a conclusão de outras duas passarelas de uso exclusivo para os ciclistas: uma ligará a ciclovia ao Parque Villa-Lobos e a outra ao Parque do Povo, próximo à ponte Cidade Jardim.
Pontos de apoio
Devem ser ampliados os pontos de apoio, até o final do ano. Atualmente há dois fixos, um no acesso pela Av. Miguel Yunes e o outro no acesso pela Vila Olímpia. Nos "pontos" há banheiros, bebedouros e espaço para troca de pneus e manutenção das bikes, além de local para descanso. Um terceiro espaço, provisório, perto da estação Santo Amaro será transformado em posto permanente, ganhando banheiro e cobertura, a exemplo dos novos pontos que serão implantados na altura das estações Cidade Jardim, Cidade Universitária e Jaguaré-Villa Lobos. No total, serão seis unidades com infraestrutura adequada para atender aos ciclistas.
Inaugurada em fevereiro de 2010, a Ciclovia Rio Pinheiros está inserida no cenário urbano como alternativa segura de lazer e deslocamento para os moradores da capital. O espaço possibilita a integração do ciclista com a natureza e estimula o uso da bicicleta como meio de transporte não poluente e saudável. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a CPTM e a Emae, que autorizou sua implantação na estrada de serviço que fica paralela à Linha 9-Esmeralda, que liga a cidade de Osasco ao bairro do Grajaú, às margens do Rio Pinheiros.
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Estação Congonhas da linha 17-Ouro pode ter acesso ao aeroporto
O Metrô de São Paulo planeja construir um acesso dentro do saguão do aeroporto de Congonhas (zona sul), para ligá-lo a uma futura estação Congonhas da linha 17 - Ouro, que será feita em forma de monotrilho e será erguida no entorno.
De acordo com a reportagem da Folha, o acesso, que poderia ser subterrâneo ou elevado, poderá ser entregue parcialmente até 2014. O plano foi informado ontem pela Infraero ao Conpresp (conselho municipal de patrimônio histórico).
A localização exata da estação ainda será definida. Inicialmente, ela ficaria na avenida Washington Luís, em frente a Congonhas, mas o conselho vetou. O conselho discute se tomba algumas construções do aeroporto, o que obrigaria a Infraero a submeter ao órgão qualquer intervenção.
No último sábado o governador Geraldo Alckmin assinou o contrato para inicio da construção da linha 17 - Ouro que vai ter aproximadamente 18 quilômetros de extensão e 18 estações: Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia, Vila Paulista, Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan, Morumbi, Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi e São Paulo-Morumbi.
O primeiro trecho a ser entregue à população, com 7,7 quilômetros de extensão, será entre o aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda da CPTM (Osasco-Grajaú), atendendo à concentração da rede hoteleira na região.
Na sequência, a linha será conectada à Linha 5-Lilás do Metrô, na Estação Água Espraiada, em meados de 2014. O trecho entre a estação Morumbi, da Linha 9-Esmeralda (CPTM) até a estação São Paulo-Morumbi da Linha 4-Amarela, passando pelo bairro de Paraisópolis, tem previsão para operar a partir de 2015.
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De acordo com a reportagem da Folha, o acesso, que poderia ser subterrâneo ou elevado, poderá ser entregue parcialmente até 2014. O plano foi informado ontem pela Infraero ao Conpresp (conselho municipal de patrimônio histórico).
A localização exata da estação ainda será definida. Inicialmente, ela ficaria na avenida Washington Luís, em frente a Congonhas, mas o conselho vetou. O conselho discute se tomba algumas construções do aeroporto, o que obrigaria a Infraero a submeter ao órgão qualquer intervenção.
No último sábado o governador Geraldo Alckmin assinou o contrato para inicio da construção da linha 17 - Ouro que vai ter aproximadamente 18 quilômetros de extensão e 18 estações: Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia, Vila Paulista, Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan, Morumbi, Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi e São Paulo-Morumbi.
O primeiro trecho a ser entregue à população, com 7,7 quilômetros de extensão, será entre o aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda da CPTM (Osasco-Grajaú), atendendo à concentração da rede hoteleira na região.
Na sequência, a linha será conectada à Linha 5-Lilás do Metrô, na Estação Água Espraiada, em meados de 2014. O trecho entre a estação Morumbi, da Linha 9-Esmeralda (CPTM) até a estação São Paulo-Morumbi da Linha 4-Amarela, passando pelo bairro de Paraisópolis, tem previsão para operar a partir de 2015.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Corredor Diadema-Brooklin completa um ano, mas chove o número de reclamações
O corredor Diadema - Brooklin completou um ano no último domingo, dia 31. Mas, moradores da região e passageiros dizem que o desempenho não está satisfatório. Grande parte desta insatisfação é por motoristas que não respeitam a faixa exclusiva para ônibus.
Por dia passam pelo corredor 165 mil pessoas em 19 linhas. Segundo reportagem do G1, muitas pessoas acham que é gente demais para pouco ônibus.
Os 12 km do corredor, que demorou 20 anos para ficar pronto, decepcionou alguns passageiros. Uma mulher entrevista diz que leva hoje quase o mesmo tempo de antes para ir do ABC até a Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini. Os ônibus vão em fila, um atrás do outro, sem chance de ultrapassar.
Algumas linhas da SPTrans trafegam fora da faixa exclusiva. Mas quando os ônibus têm que ultrapassar vão por qualquer uma.
Para diminuir a lotação, a EMTU pretende colocar ônibus articulados e biarticulados no corredor até o final do ano e estuda a construção de faixas de ultrapassagem.
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Por dia passam pelo corredor 165 mil pessoas em 19 linhas. Segundo reportagem do G1, muitas pessoas acham que é gente demais para pouco ônibus.
Os 12 km do corredor, que demorou 20 anos para ficar pronto, decepcionou alguns passageiros. Uma mulher entrevista diz que leva hoje quase o mesmo tempo de antes para ir do ABC até a Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini. Os ônibus vão em fila, um atrás do outro, sem chance de ultrapassar.
Algumas linhas da SPTrans trafegam fora da faixa exclusiva. Mas quando os ônibus têm que ultrapassar vão por qualquer uma.
Para diminuir a lotação, a EMTU pretende colocar ônibus articulados e biarticulados no corredor até o final do ano e estuda a construção de faixas de ultrapassagem.
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